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06.07
Arquivado em: Notícias

A direção certa: ZAYN entrevistado

Doze meses depois de deixar o grupo recorde que o fez uma super estrela, o mundo recebeu um Zayn Malik, totalmente novo, quase irreconhecível.

Apesar dos quatro álbuns que ele havia co-criado anteriormente com a One Direction, o ‘Mind Of Mine’ ,de 2016, foi absolutamente um álbum de estréia. Foi uma introdução ao Zayn: The Man [O Homem]. Com seu sobrenome retirado, que foi uma afirmação segura da intenção de um artista em busca de sua própria identidade, libertando-se dos confins de seu passado para explorar individualmente as avenidas musicais que ele estava proibido de tentar.

O single principal, ‘PILLOWTALK’, sugeriu uma vibração, R&B vibe –  o tom sugestivo da música acentuado pelo seu vídeo sensual, com Zayn e sua namorada, a modelo Gigi Hadid – e preparou o caminho para os temas  que dominam ‘Mind of Mine’. As batidas delicadas e recortadas de ‘iT’s YoU’ e ‘dRuNk’, as brincadeiras mais escuras de ‘sHe’ e ‘rEaR vIeW’, e a balada de piano ‘FOoL fOr YoU’ revelou uma variedade de influências – os falsettos e produção nebulosa imediatamente trouxe à mente a sedução do sublime ‘canal ORANGE’ de Frank Ocean; Nada surpreendente, dado que os dois álbuns compartilham um produtor em comum James ‘Malay’ Ho.

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Um pouco mais de um ano depois, e a redefinição de Zayn continua acelerada. Nascido em Bradford, ele está quase acampado nos EUA, onde os benefícios de sua liberdade como artista solo podem ser melhores aproveitadas. Sua autobiografia auto-intitulada, lançada em 2016, foi como o encerramento de um capítulo particular, limpando o ar em torno do Zayn que já conhecemos, enquanto as aparições na fila da frente em desfiles de moda e colaborações com designers de renome mundial sinalizavam o surgimento de um criativo visionário curioso.

Ele está ocupado, de fato,  levou algumas semanas para que Clash o pegasse para sua entrevista de capa, enquanto nossa filmagem, sujeito a sua agenda, aconteceu com 24 horas de antecedência. Nos encontramos, finalmente, em Nova Iorque, enquanto dava os toques finais ao seu álbum número dois.

Tendo já conquistado as expectativas pós-1D com ‘Mind Of Mine’, o cantor de 24 anos de idade agora infrenta a perspectiva assustadora de seguir o sucesso desse álbum – atingingo o primeiro lugar nos EUA e no Reino Unido e alcançando um bilhão de reproduções no Spotify. Na maior parte, ele oferece detalhes vagos sobre o que podemos esperar – ele tem trabalhado com ”alguns caras canadenses” e ”alguns produtores britânicos” que estavam presente em sua estréia, bem como ”um par de grandes nomes”, cujas identidades ele não revelou – mas a recente colaboração com o PARTYNEXTDOOR – com o single ‘Still Got Time’, está ao lado dos cortes com M.I.A, Snakehips e Taylor Swift, que sugerem uma partida brilhante e mais cultivada.

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Apesar da pressão que Zayn enfrenta, a Clash descobriu, que ele está confiando nos mesmos instintos que o impulsionaram para a direção certa. “Eu acho que é tudo o que se pode fazer,” ele encolhe os ombros, “porque não existe uma bola de cristal, entçao você apenas vê o quê acontece. Se as pessoas não gostaram disso, elas não gostam; se gostarem, é muito bom. Você espera pelo melhor, eu acho.”

Você já contou anteriormente que sua evolução como compositor começou realmente a se desenvolver após ter deixado a banda. Você acha que houve uma mudança no espaço de tempo entre seu álbum de estréia e o novo? 

Apesar de ter sido um curto espaço de tempo, você definitivamente irá perceber um progresso em minha escrita – bom, eu espero que sim, de qualquer maneira. Mas, eu sinto isso quando escuto: definitivamente existe mais organização com as coisas, se essa for a maneira de explicá-las. Coisas que fazem mais sentido para mim. Sinto que no primeiro álbum as coisas eram mais experimentais – eu estava apenas tentando me encontrar – e com esse, eu encontrei-me, e está mais desenvolvido . Eu estou mais estruturado e organizado com a forma que escrevo agora.

Isso é porque você está mais confiante com o quê está fazendo?

Sim, eu acho que a reação ao primeiro disco aumentou minha confiança para o segundo, e ajudou a entender o que as pessoas queriam escutar e o que gostavam. Então sim, isso definitivamente me ajudou, eu sei onde me encaixo no mercado e onde quero ficar vocalmente, o que quero transmitir com a música e a produção. É apenas mais assertivo e sei sobre o que é dessa vez.

Quando você estava tentando se descobrir como artista, você tinha deixado a banda que obviamente tinha muitas limitações sobre o que poderia ser feito ou não – musicalmente ou de outra forma. A consequente liberdade era tão irresistível que você queria tentar de tudo, ou você quis definir suas próprias restrições para permancer focado?

Eu não queria tentar de tudo.  Eu apenas tinha muitas ideias que estavam comigo durantes os anos, escrevi coisas diferentes enquanto minha música  e meu gosto musical mudavam, evoluiam e se desenvolviam. Eu tinha muitas coisas diferentes, e queria mostrar as pessoas que eu podia fazer todas elas e que eram de gêneros diferentes que tinham influenciado meus gostos musicais, por isso chamei de ‘Mind Of Mine’, eu apenas queria representar os diferentes tipos de música que eu gostava, o diferente tipo de música que eu gostaria de fazer para retratar-me. Então, eu acho que foi muito mais do que um simples ‘Eu quero tentar de tudo!’.

Foi intimidante passar pelo processo [de composição] sabendo que muitas pessoas iriam escutá-lo?
Sim, foi intimidante.  Definitivamente teve muita pressão no primeiro álbum que iria lançar após ter deixado a banda, estão eu estava consciente disso, e eu sinto que o nervoso me preencheu de uma forma positiva. Eu sempre irei analisar minhas gravações, de qualquer maneira – eu sou esse tipo de pessoa. Eu quero ser aquela pessoa negativa para entrar nesse estado de espírito ‘Se eu estou querendo me odiar, o que eu irei odiar sobre mim?’ e tento me livrar de toda merda negativa, então mesmo que a pessoa me odeie, ela irá gostar de meu álbum.

Devido o tamanho de sua fama, o quão difícil é para confiar nas pessoas que se aproximam? Como você faz esse julgamento antes de trazê-las para perto de você? 

Eu acho que é apenas uma habilidade que você conquista com o cotidiano. Se você consegue julgar e é uma boa pessoa, eu sinto que você pode determinar quem você quer ter por perto ou para estar no seu circulo. Eu tento julgar as pessoas baseando-me em suas ações e experiências que tive junto a elas, assim como você pode fazer com qualquer um. Eu acho que essa é a única maneira que pode ser feito.

Você aprecia sua privacidade, mas obviamente existe uma invasão em sua vida – talvez seja dobrado agora devido o relacionamento em que você está. Você sente que tem que comprometer quem você é como pessoa, para promover sua carreira como artista, em vez de apenas ser um cara que pode relaxar em casa com sua namorada?

Não, realmente não. Eu gosto de relaxar com minha namorada, como qualquer outra pessoa, também gosto de trabalhar, eu amo o que faço. Minha namorada é parte de minha vida e a música também, então é só encontrar o equilíbrio, assim como todos fazem, entre o trabalho, a vida amorosa e a familiar.

Anteriormente você contou sobre a composição ser como terapia – é uma oportunidade para escrever como você está se sentindo ou o quê está pensando. Você se sente confortável em colocar suas emoções, o que você está passando, em suas músicas para todos ouviram?

Sim, eu gosto de pensar que essa é minha mentalidade. Eu acho que esse é o porquê (risadas) de eu ser um cantor e espero que um bom compositor; eu gosto de me expressar através da música e escrever as letras e colocá-las de uma forma criativa, em algo em que você possa dar as pessoas, ao invés de ser uma emoção externa que não resulta em nada – em que apenas é lançada no mundo e não se torna nada.

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Existe algum tema ou emoção predominante em seu novo álbum?

Eu não diria que existe um tema predominante; dessa vez é mais sobre a música, a melodia e cantando é especificadamente sobre a mensagem por trás da letra. Eu estou tentando mostrar coisas diferentes nesse álbum, e novamente, não vão se encaixar perfeitamente em conjunto, mesmo em termos sonoros – não é como um corpo de trabalho; são todas as coisas diferentes e diferentes tipos de música. São coisas que me inspiram, como momentos estranhos e lugares que no momento exato gravaram esse sentimento.

Eu pergunto por que, sendo honesto aqui, o primeiro álbum sem dúvidas, é um álbum shagging [insinuações sexuais]. Tinha muitos temas sexuais lá. O que eu acho que todos querem saber é: seu segundo álbum produzirá mais bebês?

Talvez! (risadas) Quem sabe! Eu espero que as pessoas gostem de ouvi-las e façam o que quiserem – elas podem ouvir e fazer atividades normais também; elas não tem que apenas fazer sexo. Mas, com certeza existem referencias sexuais no segundo álbum.

Eu não sei se você enfrentou críticas por ter temas adultos, mas se sim, deve ter sido difícil para você como alguém que está tentando crescer e aprender e se afastando do que era, e ao mesmo tempo, suas fãs também estão crescendo, então você espera que elas se desenvolvam com você, mas sempre haverá um grupo mais jovem. Você se preocupa em ter que suavizar o que quer dizer, ou você é sempre honesto com isso?

Existe algumas músicas que escrevi e não inclui no álbum porque eram um pouco… indecentes por assim dizer (risadas). É algo que eu penso. Eu nunca quis ser vulgar, se você entende o que quero dizer. Eu não quero ser o cara que apenas fala de sexo explicitamente. Eu tento fazer de uma forma que tenha um pouco de classe. Eu tenho irmãs e muitas mulheres em minha família, então não quero ser desrespeitoso, se essa for a palavra. Eu apenas tento mantê-lo criativo, e espero que as pessoas não sintam-se ofendidas.

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Fora da música, você trabalhou em alguns projetos na moda: colaboração de calçados com o Giuseppe Zanotti, criação de uma coleção cápsula com a Versus Versace. Quão importante para você é ramificar-se em diferentes áreas de criatividade?

Como todos, eu tenho ambições para fazer coisas diferentes, e até interesse em torná-las divertidas e tentar lançá-las diferentemente. Eu gosto de roupas e da moda, me envolver com isso e com o processo de desenhar e criar algo – foi divertido para mim. Então eu aproveito isso, e qualquer outra coisa também, seja atuando ou o que for – até dublando um desenho ou algo no futuro, eu não me importaria de fazer isso.

 Deve ser muito legal ser próximo da Versace?

Sim, foi incrível. Nós pedimos para fazer algo um tempo atrás, e obviamente eu amo a Versace – eu compro as coisas deles ao longo dos anos enquanto fazia minhas coisas, e eles estavam super envolvidos, então queríamos fazer algo com eles. Eu desenhei a maioria das imagens no papel, então ver as roupas ganhando vida foi bastante especial. Quando você vê todas elas costuradas e tudo mais, você fica como, “Cara, eu desenhei isso!”

Antes de você estar na banda e ter bastante dinheiro, você sabia da Versace? Que tipos de marcas você usava quando era jovem?

Eu não usava muito Versace, sendo honesto (risadas), mas óbvio que eu sabia da existência. Eu via as pessoas usando, e é algo que você espera poder comprar um dia quando estiver mais velho. Eu costuma usar muitas marcas esportivas quando estava na escola – roupas confortáveis… O tanto quanto podiam, para ser honesto!

Existe alguma intenção de um dia criar sua própria linha?

Sim, talvez, é que isso tem muito do trabalho manufaturado e tem que conseguir tudo em um lugar como uma fábrica, para fazer isso, então você têm que estar muito comprometido com isso. Eu acho que talvez no futuro eu possa pensar sobre isso, mas isso é trabalhoso. Quando eu não estiver fazendo tanta música, talvez eu analise isso um pouco, mas agora eu estou focado na música, então eu não sei se terei tempo para fazer isso, sendo honesto, mas talvez no futuro.

 Você está passando maior parte do seu tempo nos Estados Unidos agora?

 Eu passo muito tempo lá. Eu passo um tempo em Londres, de tempo em tempo, mas eu fico a maior parte do meu tempo em Los Angeles – eu tenho um lugar em LA. Eu só estou em Nova Iorque agora porque eu estou com minha namorada.

Você acha que vivendo nos EUA isso é mais inspirador para sua música? Possivelmente se você estivesse trabalhando no Reino Unido você estaria focado em um som local, mas estando em um país diferente você estaria mais aberto para outras perspectivas?

Talvez. Eu não sei. Eu sinto que na verdade as músicas de hoje em dia, dependendo de quem for, irá bem em qualquer lugar. Mesmo que tenha sido produzida no Reino Unido. Eu sinto que muitos rappers britânicos estão sendo escolhidos nos EUA agora, e eu acho que isso só depende da música. Eu tenho algumas músicas – ainda do primeiro álbum, e no segundo – que eu fiz com produtores britânicos, atualmente, e eles são requisitados; na America, eles são os produtores de muitas músicas favoritas dos meus amigos aqui. Então, isso é interessante. Talvez o som esteja mudando agora em termos do que a música internacional seja. Eu nem sei. Não é necessariamente o porquê de eu passar meu tempo aqui, pela música; eu apenas passo o tempo aqui, pois minha namorada está aqui, e muito do meu trabalho. Minha vida está aqui, praticamente.

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Entrevista por: Simon Harper

Fotografado por: Nabil

Vestido por: Jason Rembert

Direção Criativa por:: Rob Meyers

Zayn veste:

Camisetas por 3.1 Phillip Lim / Alexander Wang

Calças por Enfants Riches Deprimes / Trash And Vaudeville

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